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quarta-feira, 10 de abril de 2013

[Analisando] Trilogia Jogos Vorazes


Uhu! Aqui estou falando sobre livros de novo. Dessa vez falarei sobre um que a maioria das pessoas já leu, ouviu falar, ou viu o filme: Jogos Vorazes.



Esse post contem spoilers. Se você não terminou a saga ainda, está avisado.


Vamos começar falando de como eu decidi ler esses livros. No aniversário a minha irmã, ela chamou as amigas pra cá e elas foram assistir o filme de jogos vorazes. Como eu não tinha o que fazer, fui ver também. Não tinha muitas esperanças, por ser conhecido achei que fosse um desses livros modinha de menina que surgiram depois de Crepúsculo. Felizmente eu estava enganada.


Achei a história muito interessante e soube que o filme tinha sido fiel ao livro, o que não anda acontecendo muito hoje em dia, então consequentemente a história do livro seria parecida, só que melhor.


Falando dos livros agora:



O primeiro livro é realmente muito bom, li ele bem rápido. O que posso dizer sobre ele é que foi um ótimo começo, acho que foi o mais pensado dos três, sinceramente. E também foi o que deu mais foco aos games, até por que tudo sobre os games teve que ser explicado lá, bom, menos o Quell né.


No começo eu realmente fui com a cara do Gale, mas Peeta foi me conquistando aos poucos. Sério, ele é muito inteligente, e um ótimo mentiroso, é como Katniss sempre diz: enquanto os outros tem a força ele tem o dom das palavras, ele sempre sabe dizer a coisa certa.
O melhor momento de Peeta com toda a certeza foi o segundo livro, ele estava perfeito nele, simplesmente maravilhoso.
E caramba, ele foi tão mal aproveitado no terceiro livro. Depois que ele volta maluco do Capitol a sua recuperação deveria ser uma coisa gradual, onde os leitores percebessem que ele estava melhorando sem ter Katniss tendo que nos mostrar isso. 

Falando um pouquinho de Gale, já que eu já citei ele anteriormente, sua transformação foi outra que foi extremamente bem feita. Sério, no começo ele parecia ser só um moleque revoltadinho, mas depois foi se mostrando uma pessoa muito amargurada. A medida que foi lhe dado o poder, como pudemos ver no terceiro livro, ele foi mostrando o que eu acredito ser a sua verdadeira face, a de uma pessoa que quer destruir tudo, pois como tudo que ele amava lhe foi tirado ele não tinha outra coisa para se mover além de sangue e vingança. Total oposto do Peeta.


Sobre Katniss, vamos lá, no primeiro livro ela tem uma personalidade muito forte, que se perde um pouco no segundo e totalmente no terceiro. Esse pode ter sido o intuito da autora, mostrar alguém que era forte e determinado se quebrando sob o poder do capitol e a violência que eles viram e sofreram nos Games. Ela simplesmente é levada de um lugar ao outro, sem opinar, sem lutar, só sendo parte do jogo arquitetado por outros. Justamente o que eles lutavam tanto para não ser. Achei isso tão contaditório que não consigo acreditar que essa tenha sido a intenção da autora (se alguém tiver uma entrevista dela esclarecendo algo, por favor me manda!).



Um pouquinho sobre os games agora, eles são muito bem pensados. Os gamemakers realmente estão de parabéns hein! O primeiro não me surpreendeu muito pelo fato de já ter assistido o filme e saber o que ia acontecer (toda a minha análise sobre o primeiro livro foi prejudicada por esse fato), mas o Quell... Muito bem feito! A coisa do relógio, os tipos de armadilhas, os presentes do Haymitch, Finnick! Tudo muito legal e realmente interessante. O nevoeiro me assustou
na hora e os Jabberjays gritando foi uma tortura psicológica legal.

E o 76°, noossa, muito bom cara. Na hora que estavam mostrando o mapa eu pensei automaticamente com Finnick e Katniss. A fuga deles durante essa parte do livro também foi muito interessante, apesar deles terem passado aquele tempo trancados com a mulher-tigre, essa sequência foi bem rápida, dando aquele clima de urgência que eles estavam sentindo.


O Finnick foi um personagem legal, bonito, foi interessante ver a sua tranformação: de metido popular para um aliado leal, para um dos revoltados, para um louco de um jeito muito fofo, para um cara determinado com a causa e que realmente ama uma pessoa. Só eu achei um total desperdício a morte dele? Naquela altura da história a morte dele não fez nenhuma diferença, não causou  impacto nenhum. Poderia ter sido qualquer personagem, parecia só que ela queria dar uma de George Martin, sair matando geral, só que ele geralmente tem um propósito quando mata um personagem importante e em Mockingjay não vi propósito algum na morte de Finnick.
Sobre o final da história, bem, eu já sabia que Katniss ia matar a Coin. Nunca gostei daquela mulher mesmo então achei bem feito, ainda sou da teoria de que foi ela que mandou os paraquedas bomba. O final não foi lá essas coisas, pois mais uma vez vemos Katniss em toda a sua fraqueza de espírito. E apesar do final feliz dela e Peeta, esse fim deixou aquele gosto de coisa inacabada, feito nas pressas e não muito conclusivo.



Essa frase foi uma das melhores, me empolguei muito nessa parte
Apesar de todas as críticas feitas durante esse post enorme (parabéns a você que chegou no final ^^), eu SUPER RECOMENDO a leitura de Jogos Vorazes. É uma saga bem interessante e boa de se acompanhar, só não vá com expectativas demais: existem as limitações de gênero e público.

E se você é como eu e já leu tudo: Esperemos pelo segundo filme (que por sinal parece que está muito bom) and may the odds be always as your favor.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Analisando: Lonely hearts club (livro) + Novas formas de pagamento no Crunchyroll


Essa é a primeira opinião que dou sobre um livro aqui no blog. Eu adoro ler, é uma das coisas que mais gosto de fazer na vida e que me acompanha desde pequena. Para minha “estreia” decidi falar do Lonely Herts Club, que já tinha visto nas livrarias por aí mas me interessei em ler depois que vi a Melina falando sobre ele no blog dela.




Antes de começar quero dizer que aqui está contada apenas minha opinião sobre o livro, se vocês acham o contrário fiquem a vontade para expressar isso nos comentários. Este post contém spoilers, então se vocês ainda não leram, estejam avisadas.

            Aqui vai a sinopse:

Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionam uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí. Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena? 

Bom, o livro é bem legal, agora é bem romance colegial americano, se você não gosta do estilo, cuidado! Do tipo que eu leio tranquilamente para me distrair com uma coisa leve e divertida. Mas tem alguns pontos que não me agradaram tanto:

- O amor dela pelos Beatles parece ser meio forçado. Ok, os pais dela os amam, mas ela tem que usá-los em cada segundo da sua vida? Eles são citados vezes demais no livro. Não parece haver nenhuma razão a mais para que ela goste da banda além de influencia paterna.

- Talvez por esse segundo ponto tenha se dado o primeiro, mas não consegui me envolver com a personagem principal: Penny Lane. Geralmente entro de cabeça nos livros e passo a sentir tudo que o personagem sente, mas com ela isso não ocorreu, acho que falta uma descrição maior dela no começo e um aprofundamento maior nos sentimentos da personagem no decorrer do livro.

- Acho que a história ficou curta demais. Não sei se é porque tenho mania de livros gigantescos, mas acho que em 260 páginas não dá para desenvolver tão bem os personagens. As meninas entram rápido demais no clube e não temos um aprofundamento decente nem das seis originais.

Agora os comentários positivos:

A parte que ela “termina” com o Nate na Ação de graças é simplesmente incrível! Sempre quis ser corajosa desse jeito.

E a reação do Ryan quando eles tem a conversa no consultório? Sério, por isso eu amo conversar com meninos, eles são daquele jeito mesmo, achei essa parte bem realista.

A leitura é super rápida. Aí você fica naquela de só mais um capítulo e quando vê: Oh! Mas o livro já acabou? Foi assim comigo, comecei a ler no sábado á noite e no domingo no comecinho da tarde já terminei e estava escrevendo esse post.

O final já era bem previsível né? Mas convenhamos que ninguém lê esse tipo de história pelo final e sim por curiosidade de como as coisas se desenrolam.

Só quando estava na penúltima página me toquei: Deveria ter lido o livro escutando Beatles! Como não tinha pensado nisso antes? Rsrsrs.

            Espero que vocês tenham gostado desse tipo de post, pretendo fazê-lo mais vezes porque eu amo comentar os livros que leio. ^^



Agora falando sobre o Crunchyroll, ele agora pode ser pago por boleto ^^! Eu havia falado nesse post aqui  que um dos contras sobre o site era o fato do pagamento dele só poder ser feito por cartão, como muitos dos que assistem animes são jovens, a maioria não tem cartão de crédito e isso dificultava um pouco. Bom, esse problema já não temos, só tem um detalhe: o preço no boleto é de 15 reais, um pouquinho mais caro.
Nesse post eles explicam e ensinam direitinho como é e como fazer para pagar por boleto.
Como havia falado mal do site por causa disso, me senti na obrigação de comentar esse fato com vocês.