quarta-feira, 24 de julho de 2013

[Analisando] Os treze porquês - Jay Asher

Oi pessoas que leem o meu blog (se é que vocês ainda existem, porque com a frequência que eu posto...). Hoje estou aqui pra falar de mais um livro que eu li algum tempo atrás.

Minha história com esse livro começa quando eu vejo O futuro de nós dois numa estante da Livraria Leitura. Achei interessante e resolvi ler. Não falarei desse livro agora porque a Melina já fez resenha dele há algum tempo (que quando escrevi esse post tinha sido dois dias antes). Bom, achei uma coincidência enorme que ela tenha feito um post sobre o livro um dia depois que eu terminasse de ler, eu até ia recomendar pra ela! Em um dos comentários é mencionado outro livro do mesmo autor: Os 13 porquês. Os 13 porquês o que? Eu me pergunto. Foi por isso que fui logo atrás de uma sinopse.


Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra um misterioso pacote com várias fitas cassetes. Ele ouve as gravações e se dá conta de que foram feitas por uma colega de classe que cometeu suicídio duas semanas antes. Nas fitas, ela explica que 13 motivos a levaram à decisão de se matar. Clay é um deles. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento. 
-Skoob

Bom, o que eu achei desse livro: muito pequeno! Sério, não estou acostumada com livros de 128 páginas gente. 400? Muito bom.300?Legal. Mas 128 é muito pouco. Mas o suficiente para Hannah Baker contara sua história.

[O texto a seguir contém spoilers, se você não leu o livro ainda, cuidado!]

Pra ser sincera, não consegui me conectar com a Hannah, talvez seja porquê eu tenho um instinto de sobrevivência muito grande e fugir nunca fez sentido pra mim. Mas eu não sei, os motivos dela não pareciam suficientes. Era uma situação muito ruim, obviamente, mas não o suficiente para se matar, pelo menos não na minha opinião.

A pessoa com quem eu me identifiquei de verdade foi o Clay mesmo, porque ele era apenas um espectador naquilo tudo. Ele não podia fazer mais nada, assim como nós que lemos não podemos. Ele ficava o tempo todo se perguntando o porque dela ter tido tal atitude e não qualquer outra, e continuava curioso através das fita para descobrir o real motivo. O que mais matou o pobre do menino foi não ter conseguido fazer nada pra salvá-la. Afinal ele não sabia de nada. A única pessoa pra quem ela contou foi para aquele professor.

O que me deixou com raiva da Hannah foi o fato dela ter desistido tão rápido, na metade do livro praticamente ela já não tentava mais, tudo que fazia era superficial, somente pra dizer que estava lutando contra. Mas ela não estava. E a parte do estupro cara, foi horrível, mas não pela parte do cara, mas sim por ela em se entregar pra ele. Pois se ela tivesse se negado ele provavelmente não teria feito isso.

Voltando a parte em que eu dizia que o livro é muito curto. Ele deixou umas coisas sem resposta. Muitas vezes a Hannah fala que estava buscando um novo começo quando foi para aquela cidade, o que aconteceu com ela antes? De que forma isso afeta o que aconteceu na parte que vimos da história? Ao que parece aconteceu algo antes, algo que já a tinha fragilizado, mas que não apareceu no livro. E queria muito saber o que aconteceu entre o Clay e a Sky. Aquela menina me intrigou no segundo que apareceu, achei que ela ia ter uma participação maior no decorrer da história. Mas queria mesmo saber, faz um continuação Jay!

Eu acho que é isso. O texto não ficou tão bom quanto eu esperava, mas é porque eu esqueci de um monte de coisa desde que li (rsrs tenho que aprender a fazer as análises inteiras assim que termino de ler). E por hoje é só, tchau.

Site do Jay:
http://jayasher.blogspot.com.br/p/movie-news.html

Sim! Como ninguém se candidatou aos guest-pass no crunchyroll, então continua valendo. Se inscrevam nesse post aqui.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Um sinal de vida: Guest pass no Crunchyroll

Há quanto tempo né gente, pois é ando MUITO sumida daqui. E não, não tenho uma previsão exata de quando voltarei a postar frequentemente, só que vou voltar a fazer isso um dia. Mas estou aqui hoje pra dar um presentinho pra vocês ^^.

Já falei do Crunchyroll uns meses atrás nesse post aqui, então vocês devem saber basicamente o que é: um site para ver animes, e legalmente já que o site tem a licensa pra exibição no Brasil. Por muito tempo tive um conta premium lá, e assisti vários animes, mas infelizmente tive que cancelar. Então, vamos a parte que interessa, o crunchyroll dá por mês para os assinantes premium um passe livre de dois dias pra você dar pra quem quiser. Com ele você pode ver todas as séries exclusivas pra premium, assistir os episódios antes de quem é free e em HD.



Eu tenho três deles, e todos vencem automaticamente quando terminar o prazo da minha assinatura. Então estou dando eles pra vocês! As pessoas que quiserem podem se inscrever nos comentários deixando o email até a próxima sexta (12/07). Se por um acaso mais de três pessoas se inscreverem, farei um sorteio ^^ ( o que eu acho bem difícil, será que esse povo todo ainda anda por aqui?).

Por hoje é só gente, até sexta ^^.


domingo, 19 de maio de 2013

[Banda] Goose House

Um dia desse vagando pelo portal Genkidama, acabei parando em um post do Sakuda que tinha um video de meninas fazendo um cover de uma j-music que eu gosto. Achei bem legal a versão delas, então resolvi procurar mais vídeos do grupo e eis que me deparo com mais uma coisa boa por aí: o Goose House.

O Goose House é basicamente uma banda de covers de música japonesa (bom, tem Gee também, mas é uma exceção) e eles sempre fazem uma versão mais "acústica". 

O Goose House começou no youtube, que continua sendo ainda sua base de divulgação das músicas e tal, sob o no de Playyouhouse. Eles realizam transmissões ao vivo no Youtube uma vez por mês, inclusive a próxima será neste sábado (25/05) às 08:00 horas (oito da noite no Japão) então acordem cedo pra assistir!

Já possuem quatro álbuns, que são:
Goose house Phrase #01
Goose house Phrase #02 Sky
Goose house phrase #03 Wandering 

Goose house Phrase #04 Beautiful Life


A banda é composta de oito membros: Manami, D-ize, Kei Takebuchi, Shohei Kudo, Migiwa Takezawa, Sayaka, Shuhei Watanabe e Jhonny Saito que entrou no grupo recentemente após a saída da Rioka Kanda. (Depois coloco a foto dele aqui XD)










Como boa fangirl do ONE OK ROCK, eu tinha que colocar essa música. Que aliás foi uma ótima versão, nunca tinha imaginado essa música sendo cantada por meninas.




Não conheço essa, mas gostei.



Eles também possuem músicas originais, como essa que está aqui: 

Tem uma carinha de música de verão, né? Consigo imaginar um clipe na praia direitinho.

E agora fiquem com mais alguma músicas deles, que são muito boas. É mais divertido quando você já conhece a música, mas é bom pra descobrir algumas j-musics novas também.


Uma das musicas mais lindas da história, do meu dorama favorito: Proposal Daisakusen. Sério gente, me emocionei com eles cantando essa música, porque eu escolhi ela totalmente no aleatório, quando comecei a ouvi pensei: eu conheço essa música... Não acredito que eles fizeram versão dessa! Só falta ter junjou na kanjou e o mundo está perfeito. *o*


Do flumpool



Solanin do Asian Kung-fu Generation *o*



É só isso por hoje, espero que tenham gostado da banda, que eu particularmente adorei ^^. Não prometerei mais posts, porque vocês sabem que minha frequência por aqui anda terrível. Beijos!

Site YuiBrasil, de onde tirei a maioria das minhas informações.

Site do Goose House (em japonês).


  

quarta-feira, 10 de abril de 2013

[Analisando] Trilogia Jogos Vorazes


Uhu! Aqui estou falando sobre livros de novo. Dessa vez falarei sobre um que a maioria das pessoas já leu, ouviu falar, ou viu o filme: Jogos Vorazes.



Esse post contem spoilers. Se você não terminou a saga ainda, está avisado.


Vamos começar falando de como eu decidi ler esses livros. No aniversário a minha irmã, ela chamou as amigas pra cá e elas foram assistir o filme de jogos vorazes. Como eu não tinha o que fazer, fui ver também. Não tinha muitas esperanças, por ser conhecido achei que fosse um desses livros modinha de menina que surgiram depois de Crepúsculo. Felizmente eu estava enganada.


Achei a história muito interessante e soube que o filme tinha sido fiel ao livro, o que não anda acontecendo muito hoje em dia, então consequentemente a história do livro seria parecida, só que melhor.


Falando dos livros agora:



O primeiro livro é realmente muito bom, li ele bem rápido. O que posso dizer sobre ele é que foi um ótimo começo, acho que foi o mais pensado dos três, sinceramente. E também foi o que deu mais foco aos games, até por que tudo sobre os games teve que ser explicado lá, bom, menos o Quell né.


No começo eu realmente fui com a cara do Gale, mas Peeta foi me conquistando aos poucos. Sério, ele é muito inteligente, e um ótimo mentiroso, é como Katniss sempre diz: enquanto os outros tem a força ele tem o dom das palavras, ele sempre sabe dizer a coisa certa.
O melhor momento de Peeta com toda a certeza foi o segundo livro, ele estava perfeito nele, simplesmente maravilhoso.
E caramba, ele foi tão mal aproveitado no terceiro livro. Depois que ele volta maluco do Capitol a sua recuperação deveria ser uma coisa gradual, onde os leitores percebessem que ele estava melhorando sem ter Katniss tendo que nos mostrar isso. 

Falando um pouquinho de Gale, já que eu já citei ele anteriormente, sua transformação foi outra que foi extremamente bem feita. Sério, no começo ele parecia ser só um moleque revoltadinho, mas depois foi se mostrando uma pessoa muito amargurada. A medida que foi lhe dado o poder, como pudemos ver no terceiro livro, ele foi mostrando o que eu acredito ser a sua verdadeira face, a de uma pessoa que quer destruir tudo, pois como tudo que ele amava lhe foi tirado ele não tinha outra coisa para se mover além de sangue e vingança. Total oposto do Peeta.


Sobre Katniss, vamos lá, no primeiro livro ela tem uma personalidade muito forte, que se perde um pouco no segundo e totalmente no terceiro. Esse pode ter sido o intuito da autora, mostrar alguém que era forte e determinado se quebrando sob o poder do capitol e a violência que eles viram e sofreram nos Games. Ela simplesmente é levada de um lugar ao outro, sem opinar, sem lutar, só sendo parte do jogo arquitetado por outros. Justamente o que eles lutavam tanto para não ser. Achei isso tão contaditório que não consigo acreditar que essa tenha sido a intenção da autora (se alguém tiver uma entrevista dela esclarecendo algo, por favor me manda!).



Um pouquinho sobre os games agora, eles são muito bem pensados. Os gamemakers realmente estão de parabéns hein! O primeiro não me surpreendeu muito pelo fato de já ter assistido o filme e saber o que ia acontecer (toda a minha análise sobre o primeiro livro foi prejudicada por esse fato), mas o Quell... Muito bem feito! A coisa do relógio, os tipos de armadilhas, os presentes do Haymitch, Finnick! Tudo muito legal e realmente interessante. O nevoeiro me assustou
na hora e os Jabberjays gritando foi uma tortura psicológica legal.

E o 76°, noossa, muito bom cara. Na hora que estavam mostrando o mapa eu pensei automaticamente com Finnick e Katniss. A fuga deles durante essa parte do livro também foi muito interessante, apesar deles terem passado aquele tempo trancados com a mulher-tigre, essa sequência foi bem rápida, dando aquele clima de urgência que eles estavam sentindo.


O Finnick foi um personagem legal, bonito, foi interessante ver a sua tranformação: de metido popular para um aliado leal, para um dos revoltados, para um louco de um jeito muito fofo, para um cara determinado com a causa e que realmente ama uma pessoa. Só eu achei um total desperdício a morte dele? Naquela altura da história a morte dele não fez nenhuma diferença, não causou  impacto nenhum. Poderia ter sido qualquer personagem, parecia só que ela queria dar uma de George Martin, sair matando geral, só que ele geralmente tem um propósito quando mata um personagem importante e em Mockingjay não vi propósito algum na morte de Finnick.
Sobre o final da história, bem, eu já sabia que Katniss ia matar a Coin. Nunca gostei daquela mulher mesmo então achei bem feito, ainda sou da teoria de que foi ela que mandou os paraquedas bomba. O final não foi lá essas coisas, pois mais uma vez vemos Katniss em toda a sua fraqueza de espírito. E apesar do final feliz dela e Peeta, esse fim deixou aquele gosto de coisa inacabada, feito nas pressas e não muito conclusivo.



Essa frase foi uma das melhores, me empolguei muito nessa parte
Apesar de todas as críticas feitas durante esse post enorme (parabéns a você que chegou no final ^^), eu SUPER RECOMENDO a leitura de Jogos Vorazes. É uma saga bem interessante e boa de se acompanhar, só não vá com expectativas demais: existem as limitações de gênero e público.

E se você é como eu e já leu tudo: Esperemos pelo segundo filme (que por sinal parece que está muito bom) and may the odds be always as your favor.

terça-feira, 2 de abril de 2013

[Desafio] Camp NaNoWriMo

É isso aí, passados os tempo horríveis de fim de período (só tenho mais uma prova e a defesa do TCC) , estou de volta ao blog com um milhão de coisas pra postar.

Pra começar, falarei de uma coisa sobre a qual já devo ter comentado antes (ou não) por aqui: NaNoWrimo.

O NaNoWriMo é uma espécie de desafio, criado pela Foundation of letters and light, que serve para motivar pessoas a escrever livros. Ele consiste em escrever um livro de no mínimo 50.000 palavras em apenas um mês. Parece difícil? Realmente é, mas é muito divertido. Lá no site deles tem os gráficos com o que você escreveu por dia e mostra sua meta diária, você pode atualizar a quantidade de palavras a qualquer hora e o site calcula quanto falta e quantas palavras você tem que escrever pra terminar a tempo.

Eu acho uma maneira muito boa de motivar as pessoas a escreverem os livros que vem adiando há séculos, como eu. 


O NaNoWriMo acontece todos os ano no mês de novembro, o que começou hoje se chama Camp Nanowrimo. No Camp, há uma pequena mudança nas regras: a sua meta passa a ser flexível, podendo variar entre 10.000 e 999.000 palavras; e você tem a companhia de outros escritores, que formam a sua cabine, que você pode "escolher" seguindo os critérios de idade, gênero literário e frequência de escrita. A minha cabine é composta só de meninas e a maioria vai fazer livros de fantasia, dei sorte porque peguei uma cabine onde a maioria é ativa, o que pode não acontecer em todas.

O Camp começou ontem, dia 1º, e vai durar até o fim do mês obviamente. Então ainda dá tempo de participar, só perderam um dia. Decidi continuar com a clássica meta de 50 mil palavras porque pretendo dessa vez terminar um livro que comecei a pensar desde os 15 anos, já passou da hora de terminar né? Se quiserem acompanhar o meu caminho durante esse mês é só comentarem que manterei vocês atualizados ^^. Por hoje é só, tenho que voltar ao meu livro!